Foi apresentado oficialmente, na Assembleia da Républica, o programa do novo Governo.
Ainda não tive o tempo suficiente para a sua análise, mas daquilo a que tive acesso, dá para verificar que tem por base e é uma continuidade das politicas iniciadas à quatro anos atrás.
Dado importante foi, a meu ver, a reacção do responsável pelas associações de professores, que logo veio para a praça publica referindo que o Governo não quer dialogo e que, com este modelo de avaliação, não haverá tranquilidade nas escolas neste próximo ano (como que os alunos tivessem a culpa do que se passa - mas serão eles a pagar a moeda deste clima).
Quanto ao programa do governo, espero que sejam levadas a cabo as reformas que o País real necesssita e que seja um instrumento para melhorar a vida de todos nós de forma a tornar o nosso país num espaço mais atrativo e que não se afaste ainda mais dos países mais desenvolvidos da Europa.
Quanto à reacção do representante dos Professores devo dizer que o modelo de avaliação deverá ser para continuar, pois são profissionais iguais a tantos outros que são avaliados, sendo que têm a grande responsabilidade de educar as nossas crianças e jovens e consequentemente serem um exemplo perante os alunos e os pais. Aliás, se atentár-mos bem para o que se tem passado na educação e nas escolas nos ultimos tempos, devo dizer que a imagem que passa é a dos nossos professores a criar um clima que em nada abona a sua posição.
Se fosse aluno nunca entenderia bem a razão pela qual os meus professores não querem ser avaliados e eles próprios andam a contribuir para este clima que se vive nas escolas.
Em resumo, tenho a expectativa que este programa de Governo contribua para modernizar o nosso país, nos vários sentidos da palavra, e que o clima nas escolas melhore, a bem dos nossos jovens que daqui a vinte anos têm uma palavra a dizer.
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