quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

REFORÇAR OU PERDER A GUERRA

Teve que ser...
Baraka Obama, presidente americano, teve de recorrer aos seus eternos "fiéis" aliados da NATO para que possa reforçar o seu contingente militar no teatro de operações do Afeganistão.
Após algumas acções de propaganda perante a opinião publica americana (a maior parte está contra o envio de mais tropas para o Iraque e para o Afeganistão), Obama decidiu reforçar aquele contingente militar, sendo que para o efeito teve de recorrer aos seus "pequenos" aliados Europeus, nos quais se engloba Portugal.
Ao contrário das promessas que fez durante a campanha eleitoral de 2008, o presidente americano vai mesmo enviar mais tropas para o Afeganistão, mais concretamente cerca de 30 mil soldados, com o claro objectivo de vencer a guerra aos taliban até ao final de 2011 (data em que o presidente prometeu ás famílias americanas retirar o contingente militar daquele país).
Esta decisão vem reforçar as minhas duas antigas convicções:
1ª : é inequívoco que a guerra contra os taliban é fundamental para o combate ao terrorismo a nível mundial, designadamente no combate á Alquaeda de Bin-Laden (para o presidente da maior potencia mundial enviar mais 30 mil soldados para um campo de batalha, significa que é mesmo importante);
2ª : os EUA ainda necessitam dos "pequenitos" países que assinaram o tratado do atlântico norte para ajudar nos conflitos mais afastados do continente americano; por outro lado, é bem visível a sujeição dos "pequenitos" ao "poderoso americano" uma vez que aqueles ainda têm em mente que necessitam da protecção da grande potência bélica, demonstrando que não se esquecem das ameaças que foram sujeitos a seguir á 2ª guerra mundial, das quais foram "protegidos" pelos s EUA.
Vê-se claramente que Obama não quer perder a guerra ... e por isso vai reforçar-se.

3 comentários:

  1. Bom dia, amigo!
    Tenho algumas reservas em relação ao sucesso dos americanos nesse teatro de guerra, apesar do BO dizer que não é um novo Vietname, mas nunca se sabe... Ao que consta, depois da saída dos talibãns do poder muito pouca coisa mudou por aqueles lados... E também parece que os italianos "pagam" para não serem atacados... será mesmo verdade???
    Ah... e o Bin também já foi visto a passear por ali...
    Bom... lamento esta "machadada" no teu optimismo:)
    Um bom fim de semana e... cuidado com a chuva, está mau para a "ginga".

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  2. Amanhã dia 08 de Dezembro, vamos dar uma mais um treino.
    O amigo está desde já convocado para esta "guerrilha" saudável.Mande noticias
    Abelciclos

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  3. Honestamente, gostava que alguém com credibilidade contabilizasse o número de mortes violentas no Iraque de Hussein e o comparasse com os números da era USA que veio a seguir. E, em termos materiais e culturais, voltaremos a ter um Iraque como era no fim do Séc. XX? Um Iraque civilizado descendente de Sumérios, Assírios e Babilónicos?
    Saudações

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